8 fatos que pessoas endividadas não entendem de jeito algum

Descubra alguns fatos que pessoas endividadas não entendem sobre finanças pessoais e como mudar essa realidade. Aprenda a investir e economizar dinheiro.

Escrito por Redação
14 min de leitura

Muitas pessoas sonham em ter uma vida financeira mais tranquila, mas não sabem por onde começar ou quais são os hábitos que podem ajudá-las a alcançar esse objetivo.

Aqui, vamos apresentar 8 fatos que mostram como a falta de educação financeira pode prejudicar sua situação financeira e como você pode mudar essa realidade.

Fatos que pessoas endividadas não entendem

Há bastante gente que se encontra em situações de endividamento por não compreenderem alguns fatos básicos sobre finanças pessoais. Confira a seguir os principais deles!

1. Investir não é só para quem tem muito dinheiro

Um dos mitos que impedem muitas pessoas de investir é acreditar que é preciso ter muito dinheiro para começar. Na verdade, existem opções de investimento acessíveis a todos, como o Tesouro Direto e fundos de investimento.

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Esses investimentos permitem que você aplique seu dinheiro com segurança, rentabilidade e liquidez, ou seja, você pode resgatar seu dinheiro quando precisar.

O Tesouro Direto é um programa do governo que permite que você compre títulos públicos, que são empréstimos que você faz ao governo em troca de juros.

Existem títulos de diferentes prazos e rentabilidades, que podem ser prefixados (você sabe quanto vai receber no vencimento) ou pós-fixados (você recebe de acordo com a variação de um índice, como a inflação ou a taxa Selic).

Os fundos de investimento são carteiras de ativos gerenciadas por profissionais, que cobram uma taxa de administração pelo serviço.

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Há fundos de diferentes tipos e categorias, que podem investir em renda fixa, renda variável, câmbio, imóveis, entre outros. Você pode escolher um fundo que se adeque ao seu perfil de risco e ao seu objetivo financeiro.

Para começar a investir, você só precisa abrir uma conta em uma corretora de valores, que é uma instituição que intermedia as operações no mercado financeiro.

Compare as taxas e os serviços oferecidos pelas corretoras e escolher a que melhor atende às suas necessidades. Depois, é só transferir o dinheiro que você quer investir e escolher os produtos que mais te interessam.

2. A importância de ter uma reserva de emergência

Outro hábito essencial para ter uma vida financeira mais saudável é manter dinheiro guardado para emergências e segurança financeira.

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Uma reserva de emergência é um valor que você separa para cobrir imprevistos, como um problema de saúde, um conserto no carro ou uma demissão.

Ter uma reserva de emergência te dá mais tranquilidade e evita que você precise recorrer a empréstimos ou ao cheque especial, que têm juros altos e podem comprometer seu orçamento.

O ideal é que você tenha uma reserva equivalente a pelo menos seis meses das suas despesas fixas, como aluguel, água, luz, internet e alimentação.

Para construir sua reserva de emergência, você pode começar com um valor menor e ir aumentando aos poucos, conforme sua renda permitir. O importante é ter disciplina e não usar esse dinheiro para outras finalidades.

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Você também deve escolher um investimento adequado para guardar sua reserva de emergência. O ideal é que seja um investimento de baixo risco, alta liquidez e rentabilidade acima da inflação. Alguns exemplos são o Tesouro Selic, os fundos DI e as contas digitais que rendem mais do que a poupança.

3. O valor da sua hora de trabalho

Você sabe quanto vale a sua hora? Saber o valor da sua hora pode te ajudar a procurar outras fontes de renda ou oportunidades de ganhar dinheiro extra. Além disso, pode te auxiliar a avaliar se vale a pena gastar seu tempo com atividades que não te trazem retorno financeiro ou pessoal.

Para calcular o valor da sua hora de trabalho, você pode dividir o seu salário mensal pelo número de horas trabalhadas no mês. Por exemplo, se você ganha R$ 2.000 por mês e trabalha 160 horas no mês, o valor da sua hora é R$ 12,50.

A partir desse valor, você pode buscar formas de aumentar sua renda, como fazer um trabalho freelancer, vender algum produto ou serviço ou oferecer alguma habilidade que você tenha. Também dá para usar esse valor como referência para negociar seu salário ou cobrar por algum trabalho.

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Por outro lado, você também pode usar o valor da sua hora para economizar dinheiro. Por exemplo, se você gasta R$ 50 em um almoço fora, isso equivale a quatro horas do seu trabalho. Será que vale a pena? Você pode substituir esse almoço por uma refeição mais barata ou preparada em casa e usar o dinheiro economizado para investir ou realizar algum sonho.

4. A diferença entre ativos e passivos

Ativos e passivos são conceitos importantes para entender como o seu dinheiro pode trabalhar para você ou contra você. Um ativo é algo que gera dinheiro para você, como um investimento, um imóvel alugado ou um negócio próprio. Em contrapartida, um passivo é algo que consome o seu dinheiro, como um carro, uma dívida ou uma casa de praia que só dá despesas.

Muitas pessoas confundem ativos e passivos e acabam fazendo compras impulsivas que comprometem sua situação financeira.

Por exemplo, tem gente que acha que comprar um carro é um investimento, mas na verdade é um passivo, pois gera despesas com combustível, manutenção, seguro e impostos. Além disso, o carro perde valor com o tempo, ou seja, se você quiser vendê-lo no futuro, vai receber menos do que pagou.

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O mesmo vale para outros bens de consumo, como roupas, eletrônicos e móveis. Esses bens não geram renda para você e ainda podem perder valor com o uso ou com a obsolescência. Isso não significa que você não possa comprar essas coisas, mas sim que você deve ter consciência de que elas são passivos e não ativos.

Para melhorar sua situação financeira, você deve buscar aumentar seus ativos e diminuir seus passivos. Ou seja, você deve investir seu dinheiro em coisas que te gerem renda ou valorização e evitar gastar seu dinheiro em coisas que te gerem despesas ou depreciação. Assim, você vai criar um fluxo de caixa positivo, que é a diferença entre o que você recebe e o que você gasta.

5. A força do pensamento positivo

O seu pensamento pode influenciar a sua situação financeira. Muitas pessoas tendem a reclamar muito e não percebem que o foco nas reclamações não ajuda a resolver a situação financeira. Pelo contrário, pode atrapalhar ainda mais.

Isso porque as reclamações geram sentimentos negativos, como frustração, raiva, medo e ansiedade. Esses sentimentos podem afetar sua autoestima, sua motivação e sua capacidade de tomar decisões racionais. Além disso, as reclamações podem afastar as pessoas que poderiam te ajudar ou te apoiar.

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Por outro lado, o pensamento positivo pode trazer benefícios para a sua vida financeira. O pensamento positivo não significa ignorar os problemas ou fingir que tudo está bem. Significa reconhecer os desafios e buscar soluções criativas e eficazes.

Ao contrário do pensamento negativo, o pensamento positivo gera sentimentos positivos, como confiança, otimismo, gratidão e esperança. Esses sentimentos podem aumentar sua autoestima, sua motivação e sua capacidade de tomar decisões racionais. Além disso, o pensamento positivo pode atrair as pessoas que podem te ajudar ou te apoiar.

Para desenvolver o pensamento positivo, você pode praticar algumas técnicas simples, como:

  • Escrever seus objetivos financeiros e visualizar como seria alcançá-los.
  • Agradecer pelas coisas boas que acontecem na sua vida financeira.
  • Celebrar suas conquistas financeiras, por menores que sejam.
  • Evitar se comparar com outras pessoas ou se cobrar demais.
  • Buscar se inspirar em pessoas que superaram dificuldades financeiras.
  • Procurar ajuda profissional se sentir que precisa.

6. A importância de ter uma opinião própria

Você segue cegamente os conselhos dos seus pais ou familiares sobre dinheiro? Se sim, saiba que isso pode ser prejudicial para a sua situação financeira. Isso porque as circunstâncias e as perspectivas podem ser diferentes entre as gerações e entre as famílias.

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Os seus pais ou familiares podem ter vivido em uma época diferente da sua, com uma economia diferente, um mercado de trabalho diferente e uma sociedade diferente. Eles podem ter valores, crenças e hábitos diferentes dos seus, que podem não se adequar à sua realidade e aos seus objetivos.

Por isso, é importante ter uma opinião própria sobre dinheiro, baseada em conhecimento, informação e experiência. Assim, você pode tomar decisões financeiras mais conscientes e responsáveis, que reflitam os seus interesses e as suas necessidades.

Ter uma opinião própria sobre dinheiro não significa ignorar ou desprezar os conselhos dos seus pais ou familiares. Significa apenas que você deve analisar criticamente as informações que recebe, filtrar o que é relevante e útil para você e descartar o que é irrelevante ou prejudicial.

7. Recorrer a empréstimos para adquirir bens sem retorno financeiro

Alguns optam por fazer empréstimos para adquirir produtos ou serviços que não geram retorno financeiro, o que pode agravar sua situação de endividamento.

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Empréstimos devem ser utilizados com parcimônia e somente quando houver um propósito financeiramente justificável, como investir em um negócio, pagar uma dívida mais cara ou realizar um curso que aumente sua qualificação profissional.

Recorrer a empréstimos para comprar itens supérfluos, como roupas, eletrônicos ou viagens, é uma decisão que pode comprometer sua saúde financeira no longo prazo e dificultar a realização de seus objetivos.

8. Desatenção às influências das pessoas próximas

Um erro comum que muitas pessoas cometem em relação às suas finanças é ignorar o impacto que as pessoas ao seu redor têm sobre seus hábitos e decisões financeiras.

Seus amigos, familiares e colegas podem exercer uma influência positiva ou negativa sobre você, dependendo de como eles lidam com o dinheiro.

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Por exemplo, se você convive com pessoas que gastam sem controle, não se planejam financeiramente ou vivem no vermelho, você pode acabar adotando esses comportamentos prejudiciais.

Por outro lado, se você se relaciona com pessoas que poupam, organizam suas finanças, investem ou conquistaram a independência financeira, você pode se beneficiar de seus exemplos e conselhos.

Sendo assim, é fundamental selecionar bem suas amizades e se distanciar daquelas que podem atrapalhar suas finanças.

Além disso, é recomendável buscar fontes de informação e educação financeira, como os livros e vídeos disponíveis neste canal, que oferecem conteúdo de qualidade sem custo.

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Conclusão

Os erros mencionados anteriormente ilustram a importância crucial de possuir uma consciência financeira sólida e de buscar ativamente conhecimento para tomar decisões financeiras mais inteligentes e informadas.

A falta de consciência financeira pode levar a decisões precipitadas ou mal informadas, que podem ter consequências negativas a longo prazo. Por outro lado, uma forte consciência financeira pode ajudar a identificar oportunidades, evitar armadilhas e navegar com confiança no complexo mundo das finanças.

A educação financeira é uma ferramenta poderosa para melhorar sua situação financeira. Quanto mais você aprende sobre finanças, mais equipado estará para tomar decisões que podem melhorar sua saúde financeira e ajudá-lo a alcançar seus objetivos financeiros. Isso pode incluir tudo, desde entender como funciona o crédito, até investir em ações ou planejar a aposentadoria.

Investir tempo e esforço para se informar e se educar sobre finanças pode ter um retorno significativo. Com o conhecimento certo, você pode fazer seu dinheiro trabalhar para você, em vez de estar constantemente lutando para ganhar mais.

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Em última análise, a chave para melhorar sua situação financeira e alcançar seus objetivos financeiros é a educação. Quanto mais você souber, melhor será capaz de gerenciar seu dinheiro e tomar decisões financeiras sábias.

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