Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, enviou uma mensagem de solidariedade ao povo do país após dois terremotos devastadores que ocorreram na noite de quarta-feira, resultando em mais de 164 mortes e cerca de 900 feridos. Mesmo preso em Nova York desde janeiro, Maduro fez um apelo à união e à solidariedade entre os venezuelanos, enfatizando a importância de ajudar aqueles que foram impactados.
O contexto dos terremotos
Os terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, foram os mais fortes a atingir a Venezuela em mais de um século. As consequências foram severas, incluindo destruição de infraestruturas e a necessidade urgente de esforços de resgate. A Chevron, uma das principais empresas operantes no país, declarou que suas operações continuam sem interrupções e que todos os seus funcionários estão seguros, reafirmando seu compromisso com as comunidades locais.
Apelo à solidariedade
Na mensagem divulgada por suas redes sociais, Maduro, junto com sua esposa Cilia Flores, pediu uma “máxima união, máxima solidariedade e máxima ação”. Ele destacou a importância de cada comunidade cuidar de seus membros mais vulneráveis, como crianças, idosos e doentes, e convocou todos a apoiar os esforços das equipes de resgate e da defesa civil.
A situação de Maduro
Maduro e Cilia Flores foram capturados por forças americanas em Caracas e levados a Nova York, onde enfrentam acusações de narcoterrorismo e posse ilegal de armas. Apesar de estar detido, ele continua a emitir mensagens, embora não haja confirmação de que as publicações sejam de sua própria autoria, já que ele não tem acesso à internet.
A resposta da comunidade internacional
A situação na Venezuela e o apelo de Maduro por solidariedade se destacam em um cenário de crise prolongada, onde a população enfrenta dificuldades de acesso a serviços básicos e segurança. As mensagens de apoio e as ações de empresas como a Chevron são vistas como um esforço para manter a estabilidade em meio à turbulência.
