O Bitcoin iniciou o dia 5 de julho de 2025 cotado a R$ 589.935,00 no mercado brasileiro. Nos últimos dias, a criptomoeda apresentou variações consistentes, com cotações em 29 de junho atingindo R$ 594.219,0, seguidas por R$ 596.079,0 em 30 de junho. Julho começou com R$ 583.205,0 no dia 1º, e uma recuperação gradual para R$ 588.975,0 em 2 de julho, R$ 595.610,0 em 3 de julho e R$ 592.759,0 em 4 de julho, antecedendo a cotação do dia.
Apesar de uma resistência observada em torno de US$ 110.000, que ocasionou uma ligeira queda para US$ 108.000, dados macroeconômicos dos Estados Unidos e o fluxo institucional de investimentos continuam a sustentar projeções de alta para o Bitcoin a longo prazo. Analistas de mercado, embora atentos a possíveis correções pontuais, mantêm uma perspectiva otimista sobre o potencial da criptomoeda.
No cenário brasileiro, a Tether uniu forças com a Adecoagro em uma iniciativa inovadora para utilizar energia renovável na mineração de Bitcoin. A parceria visa estabilizar redes de energia e impulsionar a adoção de criptomoedas no país, aproveitando a capacidade da Adecoagro de gerar mais de 230 megawatts de eletricidade limpa. Paralelamente, a Binance anunciou a listagem do Infinity Ground (AIN) em sua plataforma Alpha, juntamente com um airdrop para usuários qualificados.
O crescente interesse institucional em criptomoedas se reflete no sucesso do ETF IBIT da BlackRock, que se destaca como um dos fundos com maior geração de receita. O CEO da BlackRock no Brasil ressaltou o número surpreendente de bancos que estão investindo em ETFs de Bitcoin, evidenciando a crescente aceitação da criptomoeda como um ativo de investimento legítimo.