A final da Copa do Mundo de 2026, marcada para o próximo domingo, 19 de julho, entre Espanha e Argentina, promete ser um evento memorável, não apenas pelo confronto em campo, mas também pela presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A confirmação foi feita pela secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, que destacou a importância da participação de Trump como um marco para o torneio, que já se estabeleceu como o mais assistido e seguro da história do país.
A presença de Trump na final
Trump fará sua estreia na Copa do Mundo de 2026 durante a final, após um encontro programado com a FIFA na Trump Tower, em Nova York. Sua presença foi destacada como um toque final para o torneio, que, segundo Leavitt, demonstra a capacidade dos EUA em sediar grandes eventos esportivos. A expectativa é que o presidente entregue o troféu ao capitão da seleção campeã, uma tarefa que representa uma quebra de protocolo da FIFA, já que normalmente a taça é levada ao palco por um membro da equipe vencedora.
Novidade para a seleção campeã
Além da entrega do troféu, a FIFA introduzirá um novo elemento na premiação deste mundial: anéis exclusivos para a seleção campeã. Cada anel, que será numerado individualmente, faz parte de uma edição limitada de 2.026 peças, em homenagem ao ano do torneio. Desses, 30 serão entregues aos atletas da seleção campeã, enquanto os demais estarão disponíveis para os torcedores em todo o mundo. A entrega dos anéis ocorrerá logo após a decisão, junto com as medalhas de ouro.
O árbitro da final
A arbitragem da final também está em destaque, com o árbitro australiano Alireza Faghani sendo o favorito para apitar o jogo. Faghani, embora australiano, nasceu no Irã, o que levanta questões diplomáticas em um torneio realizado em solo americano. A FIFA considera sua escolha como neutra, mas existem preocupações sobre a repercussão de sua nacionalidade em um contexto de tensões geopolíticas.
A ausência de Milei na final
Enquanto Trump confirmou presença, o presidente argentino Javier Milei decidiu não viajar aos Estados Unidos para a final. Sua ausência é justificada por uma superstição, a qual o leva a assistir aos jogos da seleção em sua residência oficial. Milei, que é próximo a Trump, destacou que quer evitar qualquer interferência política nas celebrações, prometendo não transformar uma possível vitória em um ato político.
Expectativas para o jogo
Com a final se aproximando, a expectativa é alta tanto para os torcedores quanto para os organizadores, que veem o evento como a coroação de um torneio bem-sucedido. A decisão entre Espanha e Argentina não é apenas um confronto esportivo, mas também um momento de celebração e expectativa para os amantes do futebol em todo o mundo.
