Na noite de 19 de junho, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi chamada para verificar uma falha no sinal da tornozeleira eletrônica utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O incidente ocorreu às 18h57 e foi comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sequência.
Ação da PMDF e verificação do equipamento
Após o alerta de perda de sinal, a central de monitoramento entrou em contato com Bolsonaro, orientando-o a se deslocar para uma área externa de sua residência, localizada no Jardim Botânico. Por volta das 20h04, uma equipe da PMDF chegou ao local para realizar uma inspeção no equipamento.
Resultados da inspeção
Os agentes constataram que a tornozeleira não apresentava sinais de violação ou dano. De acordo com o relatório enviado ao STF, a estrutura do dispositivo estava intacta, com LEDs acesos e funcionando normalmente. Após o deslocamento à área externa, o sinal foi restabelecido e o equipamento voltou a operar sem a necessidade de substituição.
Contexto da prisão domiciliar de Bolsonaro
Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos e três meses por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, entre outros crimes. Desde 27 de março de 2026, ele está em prisão domiciliar e sob monitoramento contínuo, com proibições de uso de celular e acesso a redes sociais.
Histórico de incidentes com a tornozeleira
O ex-presidente já havia enfrentado uma situação semelhante anteriormente. Em novembro de 2025, ele tentou interferir no funcionamento da tornozeleira usando um ferro de solda, o que resultou em sua prisão preventiva após o alerta de violação emitido pela central de monitoramento.
Conclusão
Após a recente falha de sinal, a situação foi resolvida sem maiores complicações, e a tornozeleira de Jair Bolsonaro segue sob monitoramento, reafirmando as condições de sua prisão domiciliar.
