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Página Inicial > Notícias > EUA matam Abu-Bilal al-Minuki, número dois do Estado Islâmico

Política

EUA matam Abu-Bilal al-Minuki, número dois do Estado Islâmico

Operação militar conjunta resultou na morte do líder terrorista na Nigéria.

Última atualização: 17 de maio de 2026 00:47
Escrito por Camila Lima
Publicado 17 de maio de 2026
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3 min de leitura
EUA matam Abu-Bilal al-Minuki, número dois do Estado Islâmico
EUA matam Abu-Bilal al-Minuki, número dois do Estado Islâmico (Imagem: IA)

Em uma operação militar conjunta, as Forças Armadas dos Estados Unidos e da Nigéria eliminaram Abu-Bilal al-Minuki, considerado o número dois do Estado Islâmico. O ataque ocorreu no nordeste da Nigéria, especificamente na Bacia do Lago Chade, uma área de atuação conhecida de grupos jihadistas. A informação foi confirmada tanto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, quanto pelo presidente nigeriano, Bola Tinubu.

Detalhes da operação

A operação, realizada no dia 16 de maio de 2026, foi classificada como complexa e meticulosamente planejada, refletindo a colaboração entre as forças dos dois países. O Comando dos EUA para a África (Africom) destacou que a ação não resultou em feridos entre os militares americanos e que múltiplos terroristas foram mortos durante a operação.

Quem era Abu-Bilal al-Minuki?

Al-Minuki, nascido em 1982 no estado de Borno, Nigéria, era um dos principais responsáveis pela estratégia global do Estado Islâmico, incluindo operações de mídia e financiamento. Ele já havia sido alvo de sanções dos EUA em 2023 devido ao seu envolvimento com o grupo terrorista e era considerado um dos terroristas mais ativos do mundo. Seu papel era fundamental na coordenação de ataques e sequestros.

Impacto da operação

A morte de al-Minuki é vista como um golpe significativo ao Estado Islâmico, enfraquecendo suas operações globais e desestruturando o financiamento de novas células terroristas. A operação também ressalta a importância da parceria militar entre os Estados Unidos e a Nigéria, especialmente em um momento em que o país africano enfrenta uma grave crise de segurança devido à atuação de diversos grupos armados.

Repercussão política

Ambos os presidentes elogiaram a cooperação militar. Trump enfatizou que al-Minuki não poderá mais aterrorizar a população e agradeceu ao governo nigeriano pela parceria. Do lado nigeriano, Tinubu expressou sua gratidão pela ajuda e destacou o profissionalismo das forças envolvidas na operação.

Contexto regional

A Bacia do Lago Chade é uma região crítica na luta contra o extremismo na África Ocidental, onde o Boko Haram e outras facções vinculadas ao Estado Islâmico têm atuado intensamente. A operação reflete uma escalada na presença militar americana na Nigéria, incluindo o monitoramento por drones e o envio de tropas de aconselhamento.

Próximos passos

A expectativa é que as operações contra os grupos jihadistas na região se intensifiquem, com uma estratégia que envolva tanto ações militares quanto o fortalecimento das capacidades das forças nigerianas.

ASSUNTOS:Estado IslâmicoEUANigériaOperação MilitarTerrorismo
FONTES:Poder360Jovem Pan NewsSociedade OnlineO Sul
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