Ao utilizar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar

Credited

Portal de conteúdos confiáveis

  • Notícias24h
  • Finanças
  • Economia
  • Carreira
  • Negócios
  • Tecnologia
Pesquisar
  • Animais
  • Automóveis
  • Casa e Decoração
  • Ciência
  • Educação
  • Entretenimento
  • Gastronomia
  • Guia de Compras
  • Marketing Digital
  • Mensagens
  • Nomes e Apelidos
  • Relacionamentos
  • Saúde
  • Significados
  • Símbolos e Emojis
  • Telecomunicações
  • Utilidades
  • Ferramentas
  • Web Stories
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
Notificação
Redimensionador de fontesAa

Credited

Portal de conteúdos confiáveis

Redimensionador de fontesAa
  • Finanças
  • Economia
  • Carreira
  • Negócios
  • Tecnologia
Pesquisar
  • Notícias
  • Categorias
    • Finanças
    • Economia
    • Carreira
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Marketing Digital
    • Automóveis
    • Educação
    • Casa e Decoração
    • Guia de Compras
    • Entretenimento
    • Relacionamentos
    • Saúde
    • Gastronomia
    • Animais
    • Telecomunicações
    • Significados
    • Utilidades
    • Mensagens
    • Nomes e Apelidos
    • Símbolos e Emojis
  • Ferramentas
Siga-nos

Página Inicial > Notícias > Senado aprova criminalização da misoginia como crime de preconceito

Política

Senado aprova criminalização da misoginia como crime de preconceito

Com 67 votos favoráveis, o Senado Federal avançou na proposta que endurece as penas para atos de ódio contra mulheres, enviando o texto para análise na Câmara dos Deputados.

Última atualização: 25 de março de 2026 09:20
Escrito por Gabriel Santos
Publicado 25 de março de 2026
Compartilhar
3 min de leitura
Instagram / @tvsenado
Instagram / @tvsenado

O Plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei 896/2023, que classifica a misoginia como crime de preconceito ou discriminação. A decisão, tomada com 67 votos a favor e nenhum contrário, representa uma mudança significativa na legislação brasileira ao elevar a punição para condutas de desprezo extremo ou aversão às mulheres.

Alterações na legislação e penas

O texto aprovado, que agora segue para a Câmara dos Deputados, altera a Lei 7.716/1989, conhecida como Lei do Racismo. Com a nova redação, a condição de mulher passa a integrar o rol de critérios de proteção da norma, ao lado de raça, cor, etnia, religião e procedência nacional. A pena estabelecida para quem cometer esse tipo de crime varia de dois a cinco anos de prisão, além da aplicação de multa.

Atualmente, as condutas misóginas são tratadas sob o Código Penal como casos de injúria ou difamação, com penas sensivelmente menores, que variam de dois meses a um ano de reclusão. Para evitar sobreposições jurídicas, o projeto determina que o Código Penal foque especificamente em injúrias ocorridas no ambiente de violência doméstica e familiar, separando-as dos crimes de ódio misógino, considerados mais graves.

Contexto e debates parlamentares

A relatora da matéria, senadora Soraya Thronicke, defendeu a urgência da medida diante do cenário de violência de gênero no país, citando que quase 7 mil tentativas de feminicídio foram registradas em 2025. Durante as discussões, foi enfatizado o crescimento de movimentos digitais, como o das comunidades red pill, que promovem o discurso de ódio contra o público feminino na internet.

Divergências sobre liberdade de expressão

Embora a votação tenha sido unânime, houve debates sobre a aplicação da lei. Alguns parlamentares expressaram preocupação com possíveis riscos à liberdade de expressão e a uma eventual banalização da Lei do Racismo. Propostas para incluir ressalvas que protegeriam manifestações artísticas, acadêmicas ou religiosas foram discutidas, mas acabaram sendo rejeitadas pelo plenário, sob o argumento de que a Constituição Federal já oferece as garantias necessárias para esses casos.

FONTES:Portal CorreioRevista FórumA RedaçãoRevista OesteCampo Grande NewsGMC OnlineJornal do CommercioBlog de Jamildo
Compartilhe este conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar

Tiroteio em festival no Ohio deixa 12 feridos

Tiroteio em festival no Ohio deixa 12 feridos

Ataque russo a instalação nuclear em Chernobyl gera alerta

Ataque russo a instalação nuclear em Chernobyl gera alerta

PEC do fim da escala 6×1 avança no Senado em semana decisiva

PEC do fim da escala 6×1 avança no Senado em semana decisiva

União Europeia veta importação de carne do Brasil a partir de setembro

União Europeia veta importação de produtos de origem animal do Brasil

Fachin nega pedido de afastamento de Nunes Marques sobre CPI do Master

Fachin nega pedido de afastamento de Nunes Marques sobre CPI do Master

Haddad denuncia contrato suspeito de Tarcísio e fala sobre segurança

Haddad denuncia contrato suspeito de Tarcísio e fala sobre segurança

Jeyson Falcão deixa o PSB e se junta ao PSD de Raquel Lyra

Jeyson Falcão deixa o PSB e se junta ao PSD de Raquel Lyra

Parlamentares brasileiros defendem soberania e PIX nos EUA

Parlamentares brasileiros defendem soberania e PIX nos EUA

Siga-nos
2020 - 2026 © Credited - Todos os direitos reservados.
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso