O Mirassol oficializou sua entrada no cenário continental ao conhecer seus oponentes na fase de grupos da Copa Libertadores de 2026. Integrante do Grupo G, a equipe paulista terá pela frente adversários de peso e obstáculos logísticos significativos, que já são apontados pela comissão técnica como os principais pontos de atenção para a campanha inédita.
Logística e altitude como barreiras
O técnico Rafael Guanaes enfatizou que as longas distâncias e as condições climáticas extremas das cidades sedes serão os maiores desafios do clube. O calendário curto da competição exige um planejamento rigoroso, especialmente devido aos jogos em locais de altitude elevada. A LDU, no Equador, e o Always Ready, na Bolívia, possuem estádios situados em regiões onde o ar rarefeito costuma prejudicar o desempenho físico dos times visitantes, sendo que o estádio em El Alto ultrapassa a marca de 4 mil metros acima do nível do mar.
Perfil dos adversários no Grupo G
Além do Always Ready e da LDU, que conta com a experiência de Deyverson e tradição em torneios sul-americanos, o Mirassol terá o Lanús como um dos principais oponentes. O clube argentino chega ao torneio ostentando os títulos recentes da Copa Sul-Americana e da Recopa, mantendo uma base sólida com jogadores como Marcelino Moreno e Eduardo Salvio. O confronto inicial do Mirassol está programado para ocorrer entre os dias 7 e 9 de abril, dentro de seus domínios, justamente contra a equipe argentina.
Foco no Campeonato Brasileiro
Mesmo com o entusiasmo pela estreia histórica na Libertadores, o elenco do Mirassol mantém o foco no Campeonato Brasileiro. Atualmente na 15ª colocação, a equipe busca reabilitação na tabela antes de iniciar a trajetória continental. O próximo compromisso nacional acontece neste domingo, contra o Vitória, em Salvador, onde o grupo tenta somar pontos importantes para ganhar confiança.
