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Página Inicial > Notícias > Caixa Econômica eleva juros para financiamento imobiliário e gera preocupação

FinanciamentoEconomia

Caixa Econômica eleva juros para financiamento imobiliário e gera preocupação

Com o aumento dos juros, compra de imóveis pela Caixa se torna mais cara; entenda as mudanças e o impacto no mercado.

Escrito por Redação
Publicado 8 de janeiro de 2025
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3 min de leitura
Caixa Econômica eleva juros para financiamento imobiliário e gera preocupação

Recentemente, a Caixa Econômica Federal anunciou um aumento significativo nas taxas de juros para financiamentos imobiliários, que variam de 1 a 2 pontos percentuais, em decorrência das recentes oscilações da Taxa Selic e da redução de recursos na caderneta de poupança. Essa mudança, que entra em vigor a partir de 2 de janeiro, pode impactar diretamente milhares de brasileiros que buscam adquirir a casa própria.

Aumento dos juros impacta financiamento imobiliário

As novas taxas de juros para as linhas de crédito vinculadas ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) foram ajustadas, passando a ser de TR mais 10,99% a 12% ao ano. Anteriormente, as taxas estavam na faixa de TR mais 8,99% a 9,99%. Para as modalidades que utilizam a remuneração da caderneta de poupança, os juros aumentaram para uma faixa entre 4,12% e 5,06% ao ano, comparados aos 3,1% a 3,99% anteriores.

Motivos por trás do aumento nas taxas

De acordo com a Caixa, a elevação das taxas é uma resposta às condições do mercado atual. Em comunicado, o banco destacou que a definição das taxas é baseada em uma série de fatores mercadológicos e conjunturais, respeitando as normas prudenciais para a concessão de crédito.

Essas mudanças não afetam os financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, que são voltados para famílias com renda de até R$ 8 mil e que desejam adquirir imóveis com preços até R$ 350 mil. Com a Caixa sendo responsável por cerca de 70% dos financiamentos imobiliários no Brasil, as alterações nas taxas refletem um movimento significativo no setor.

Cenário econômico e restrições no crédito

O cenário atual de alta da Taxa Selic, que passou de 10,5% para 12,25% desde setembro, e a diminuição dos recursos disponíveis na caderneta de poupança têm gerado um aperto na concessão de crédito habitacional. O Banco Central informou que, em outubro, a caderneta registrou um saldo líquido negativo de R$ 6,3 bilhões, resultado de saques superiores aos depósitos. Essa situação se agrava com as restrições às Letras de Crédito Imobiliário (LCI), que foram implementadas no início de 2024.

É importante ressaltar que, em novembro, a Caixa já havia realizado outra alteração significativa, aumentando a entrada necessária para financiar imóveis, de 20% para 30%, e introduzindo novas modalidades atreladas ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que possuem uma taxa diretamente relacionada à Selic.

Essas mudanças geram uma preocupação crescente entre os consumidores, que agora enfrentam uma realidade de financiamento imobiliário mais cara e restritiva. Para muitos, a conquista da casa própria pode se tornar um objetivo ainda mais distante com as novas condições de crédito.

ASSUNTOS:Caixa Econômica FederalDestaqueFinanciamento imobiliário
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